CurrÃÂculo |
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| Zezé Rodrigues | Depois da trajetória de sucesso durante dezoito anos como principal treinador do Haras Capim Fino, Zezé chegou à conclusão de que aquela seria a hora ideal para montar seu Centro de Treinamento. Teria ele, como proprietário, tanto êxito quanto na sua fase de empregado? O primeiro desafio enfrentado foi quando, no início de sua carreira, embarcou para a América do Norte, sem apoio de ninguém, levando como bagagem a confiança no seu potencial, a ambição de provar seu talento e o cavalo com quem dividia as glórias. Chegou ao país como mero desconhecido, vestindo a calça jeans da marca “Wrangler”, popular entre os profissionais do cavalo árabe e aos poucos foi despertando o interesse dos duzentos e setenta e quatro adversários e conquistando espaço que o mérito já lhe havia destinado. Voltou como grande campeão. Sua competência e dedicação o conduziram à 1ª premiação de um brasileiro na modalidade Western Pleasure nos Estados Unidos, considerada a maior exposição de cavalo árabe do mundo. A provocação também não seria comparada àquela que lhe foi dirigida durante um leilão de cavalos árabes em São Paulo, quando foi apontado como o único profissional capaz de trabalhar os cavalos recém trazidos dos EUA e transformar um Haras sem histórico relevante no melhor do país. E assim fez com o Capim Fino, que se tornou a base para a projeção de seu nome na região de Jaguariúna. E foi assim, focado no lema “o segundo é o primeiro perdedor”, que Zezé Rodrigues aprimorou suas habilidades numa incansável luta pela perfeição. A decisão, tomada em 2000, indicava diversos obstáculos que deveriam ser vencidos. A começar pela escolha do local ideal. Embora reconhecido internacionalmente, resolveu continuar seu trabalho na região de Jaguariúna, em São Paulo que, além de ser o centro de criação de cavalo árabe no Brasil, foi onde conquistou a fama pelo trabalho ali realizado. Arthur Nogueira, próxima à Jaguariúna, foi a cidade eleita para a instalação do Centro de Treinamento (CT) por atender a todos os requisitos necessários para um bom empreendimento e por ser de fácil acesso aos locais das principais exposições e haras de criadores brasileiros. (logística). Lá seriam oferecidos serviços para os criadores que não contam com local apropriado e/ou mão-de-obra especializada e desejam proporcionar formação diferenciada ao cavalo seja para fins terapêuticos, de comercialização ou competição. No CT, o cavalo seria tratado como atleta, onde faria exercícios, e preparado para participação em exposições com tratamentos físicos e estéticos. Estas exposições são divididas em Performance e Halter. Este observa a conformação e tipo do cavalo árabe, analisando o quanto mais se aproxima do ideal. Enquanto aquele avalia a funcionalidade do animal no atendimento aos comandos de seu treinador nas modalidades de trote – western e english. A conquista de mercado iniciou com a divulgação da disponibilidade de seus serviços para diferentes criadores interessados no treino e tratamento especial de seus animais, visando ao sucesso e ao retorno financeiro. |
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